Agradecimentos

domingo, 13 de novembro de 2011

Problemas de visão

Você usa óculos? Se esse não é seu caso, pelo menos deve conhecer alguém que usa.
Os óculos e as lentes corrigem alguns problemas de visão muito comuns. Vamos conhecer alguns:
Presbiopia
Na câmera fotográfica, as lentes podem ser ajustadas para focalizar o objeto. No olho, isso é conseguido de outra maneira: pela mudança de forma da lente ou cristalino.
A lente é um pouco elástica e os músculos presos a ela podem mudar a sua curvatura, desviando os rios de luz de modos diferentes para que a imagem caia sobre a retina. Essa capacidade, chamada acomodação, põe em foco objetos situados a distâncias diversas. Com o passar dos anos, porém, a lente vai perdendo a elasticidade. Isso resulta da dificuldade de enxergar de perto, trata-se da vista cansada.

Miopia
Em geral, a imagem se forma sobre a retina, e a visão é nítida. Algumas pessoas, porém, possuem o globo ocular mais alongado ou uma lente mais espessa. Nesse caso, o ponto em que a imagem se forma fica um pouco á frente da retina. Se o objeto está próximo do olho, a lente consegue mudar de forma a se acomodar, mas os objetos mais distantes passam a ser vistos fora de foco, o que resulta na dificuldade de enxergar de longe.

Hipermetropia
Um problema oposto ao da miopia é a hipermetropia, no qual o ponto em que a imagem se forma fica depois da retina. Nesse caso, a lente consegue mudar de forma e se acomodar para objetos distantes, mas objetos mas próximos são vistos fora de foco, o que resulta na dificuldade de enxergar de perto.

Astigmatismo
Em algumas pessoas, a lente ou a córnea tem um formato irregular. Com isso, a imagem fica fora de foco em algumas direções.





O olho

O olho humano é um órgão da visão, no qual uma imagem óptica do mundo externo é produzida e transformada em impulsos nervosos e conduzida ao cérebro. Para conhecer mais sobre o funcionamento da visão, é importante conhecer um pouco mais sobre as partes do olho.
Esclera ou esclerótica: é a parte branca do olho, que serve de proteção. Nela estão presos os músculos que movem os olhos e nos permitem dirigir a visão rapidamente ao que acontece em nossa volta.

A parte branca do olho


Córnea: é uma estrutura transparente e fica na região da frente e central do olho. É uamá estrutura resistente que permite a passagem da luz para dentro do olho e ajuda a focalizá-la na retina.




Iris:a parte colorida do olho (a cor da íris depende da quantidade de pigmentos que a pessoa possui).

A parte colorida do olho

Pupila: está no centro da íris. É por ela que a luz entra depois de passar pela córnea. A íris possui músculos que podem se contrair ou relaxar, diminuindo ou aumentando o tamanho da pupila de acordo com a iluminação do ambiente.

A parte central da íris

Lente ou Cristalino: é uma lente biconvexa que auxilia na focalização da imagem sobre a retina.




Retina: é responsável pela formação da imagem, transmitindo essas, que são recebidas pelo cérebro, através do nervo óptico. 



sábado, 12 de novembro de 2011

Câmara escura

Câmara escura é um tipo de aparelho óptico baseado no principio de mesmo nome, o qual esteve na base da invenção da fotografia no inicio do século XIX. Ela consiste numa caixa com um buraco no canto, a luz de um lugar externo passa pelo buraco e atinge uma superfície interna, onde é reproduzida a imagem invertida. Pode-se fazer uma câmara escura simples a partir de uma caixa onde se perfura um pequeno orifício em uma das paredes. Com uma abertura pequena o suficiente, a luz de apenas uma parte da cena pode acertar qualquer parte específica da parte de trás; quanto menor o buraco, mais definida a imagem. Com esse dispositivo simples a imagem fica sempre invertida. O olho humano se comporta  como uma câmara escura, onde a luz entra pela íris, e o orifício central é a pupila. Ao penetrar a pupila, a luz chega á retina (região oposta), onde a imagem é formada. Essa imagem, como na câmara escura, é invertida.
Câmara Escura de Orifício




quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Ilusão de ótica

O termo Ilusão de óptica ou Ilusão de ótica aplica-se a todo ilusões que "enganam" o sistema visual humano fazendo-nos ver qualquer coisa que não está presente ou fazendo-nos vê-la de um modo erróneo. Algumas são de carácter fisiológico, outras de carácter cognitivo.
As ilusões de ótica podem surgir naturalmente ou serem criadas por astúcias visuais específicas que demonstram certas hipóteses sobre o funcionamento do sistema visual humano. Imagens que causam ilusão de óptica são largamente utilizados nas artes, por exemplo nas obras gráficas de m.c escher

A explicação possível das ilusões óticas é debatida extensamente. No entanto, os resultados da investigação mais recente indicam que as ilusões emergem simplesmente da assinatura do modo estatístico e empírico como todos os dados perceptivos visuais são gerados.

Aqui temos algumas imagens:

Um pato ou um coelho?

Olhe para o menor círculo e movimente a cabeça para trás e para frente.
Dá até tontura!

Quantos cavalos estão na figura?

Um homem ou um cavalo?

A figura possui uma cavidade ou um relevo?

Aqui estão algumas figuras em 3d tente distinguir oque é pintura e realidade:








             

Esqueleto Humano

É o conjunto de elementos que constitui a estrutura do corpo humano. Pesa entre 3 e 10 quilogramas e compreende 206 ossos. Além de suporte, os ossos também têm a função de proteger os órgãos humanos. Por exemplo, o crânio defende o cérebro e a caixa torácica protege os pulmões e o coração.
A medula, no interior de alguns ossos, produz glóbulos vermelhos que transportam o oxigénio e os nutrientes através do organismo, enquanto no interior de outros ossos, a medula produz leucócitos que destroem as bactérias nocivas. Quando lesionados, os ossos têm a capacidade de se auto-repararem, sem deixarem cicatriz.
A primeira parte do osso (parte externa) é fina e branca - periósteo -, está cheia de nervos e vasos sanguíneos e tem por função abastecer as células que formam o osso duro imediatamente abaixo do periósteo. A seguir atinge-se a parte densa e rígida do osso -osso compacto -com forma de cilindro. É constituída por milhares de pequenos alvéolos e canais sulcados por nervos e vasos sanguíneos, que fornecem ao osso o oxigénio e os nutrientes essenciais. Esta camada é elaborada à base de cálcio e de outros minerais. Dentro desta massa cilíndrica encontram-se umas espículas esponjosas e uma massa central gelatinosa - medula óssea - que produz leucócitos para o combate às infeções, eritrócitos para o transporte do oxigénio, e plaquetas sanguíneas para a coagulação.
As três camadas de osso - periósteo, osso compacto e medula óssea - encontram-se em permanente interação, com sinais nervosos e fluxos de sangue correndo entre si.
Quando se fratura um osso, as fibras nervosas dos canais da estrutura óssea que ficam lesionadas enviam mensagens ao periósteo, que, por sua vez, as transmite aos centros de dor no cérebro. Se as arestas, nas bordas do osso partido, rasgam o próprio periósteo, a vítima sente dores agudas.
O esqueleto humano masculino é diferente do esqueleto humano feminino, uma vez que o segundo apresenta a pelve mais larga e uma grande abertura redonda ao centro, enquanto o primeiro tem uma abertura menor e tem forma de coração. Também o esterno da mulher tem características diferentes do esterno do homem, pois é mais largo e curto, assim como o crânio, que tem contornos mais suaves e os ossos do pulso, que são mais estreitos. O maxilar também é menor, assim como a maior parte dos outros ossos.
O crânio, a coluna vertebral e a caixa torácica possuem 80 dos 206 ossos do corpo humano, e constituem o esqueleto axial. Os restantes 126 ossos compõem os esqueletos apendicular e visceral. O esqueleto apendicular inclui os ombros, os braços, as mãos, as ancas, as pernas e os pés.
No estado adulto, o crânio compreende 28 ossos fundidos entre eles protegendo o encéfalo, os olhos, o nariz e os ouvidos. Na base do crânio existe uma abertura da qual emerge a parte superior da espinal medula.
Esqueleto Humano


A coluna vertebral tem 33 ossos, 24 dos quais formam as vértebras cervicais (7), vértebras torácicas ou dorsais (12) e vértebras lombares (5). O sacro, formado por cinco vértebras soldadas e o cóccix, formado por quatro vértebras, constituem parte da pelve.
As omoplatas, ossos grandes e planos que sobressaem na parte superior das costas, são mantidos em posição por ossos longos e encurvados, denominados clavículas. Os braços estão ligados às omoplatas por articulações de esfera e encaixe. A parte superior do braço é constituída por um osso forte e comprido - úmero. A parte inferior é constituída por dois ossos mais delgados - rádio e cúbito, ligados ao punho e à mão. No punho há oito pequenos ossos unidos - ossos do carpo, e na mão há os cinco ossos cilíndricos do metacarpo, estendendo-se do punho até aos nós dos dedos, onde encaixam os 14 ossos dos dedos, falanges, articuláveis e flexíveis. Os ossos da anca, da coxa e do joelho são muito fortes e pesados. Nas ancas, dois ossos grandes constituem a pelve ou pélvis, estrutura em forma de bacia. No seu extremo inferior existem duas grandes concavidades, nas quais se vão articular as extremidades superiores dos fémures. Estes, por sua vez, encaixam nas articulações dos joelhos, que ligam a zona média do corpo aos ossos das pernas e aos pés.
Os membros inferiores, que suportam cinco vezes o peso total do corpo, são constituídos pelos ossos da perna - tíbia e perónio - os quais se ligam ao tarso pelo astrágalo proporcionando a articulação entre perna e o pé. Este é constituído por um conjunto de ossos - tarso, metatarso e falanges - ossos esses pouco duros e fáceis de quebrar.
Dada a rigidez dos ossos, é notável a flexibilidade do nosso corpo. A razão por que nos movimentamos tão facilmente é que os nossos ossos estão ligados entre si por juntas - articulações - que permitem que os músculos confiram ao esqueleto milhares de posições diferentes. Existem diversas categorias de articulações, por exemplo, as que não possuem qualquer movimento (a rigidez é o objetivo), como o crânio; as que se movem limitadamente, como o caso dos ossos púbicos da pelve; e as do tipo mais generalizado, que se movem livremente, com as das mãos. O que determina a amplitude de movimento da articulação é a forma dos ossos, o grau de tensão dos ligamentos e os músculos que a rodeiam. Assim, as articulações podem ser classificadas em:
- articulação em charneira - designadamente a dos cotovelos e dos joelhos, que permite o movimento numa só direção, como a dobradiça de uma porta;
- articulação em sela - como é o caso da articulação do pulso e do polegar, a qual permite o movimento em dois planos perpendiculares entre si;
- articulação plana - como nos dedos e no tornozelo, onde apenas há deslizamento;
- articulação esférica - como na anca e no ombro, onde não há uma flexibilidade tão grande mas o seu encaixe profundo diminui o risco de deslocação.
A mobilidade das articulações deve-se ao facto de as extremidades dos ossos estarem revestidas por cartilagem lisa e o espaço que medeia entre as articulações conter um líquido lubrificante - líquido sinovial. Algumas ainda possuem nesse espaço discos planos de cartilagem - meniscos -, que atuam como amortecedores de choques.

domingo, 6 de novembro de 2011

Combustão

Combustão ou queima é uma reação química entre uma substância (o combustível) e um gás (o comburente ou oxidante), geralmente o oxigênio, com a liberação de calor e luz. Durante a reação de combustão são formados diversos produtos resultantes da combinação dos átomos dos reagentes. No caso da queima em ar de hidrocarbonetos (metano, propano, gasolina, etanol, diesel, etc.) são formadas centenas de compostos, por exemplo, CO2, CO, H2O, H2, CH4, NOx, SOx, fuligem, etc., sendo que alguns desses compostos são os principais causadores do efeito estufa, da chuva ácida e de danos aos ciclos biogeoquímicos do planeta.
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Aqui temos uma pequena demonstração de combustão. Mas por que a vela apaga? A vela apaga pois, para ela se manter acesa é preciso acontecer a combustão, e para acontecer a combustão é preciso o oxigênio, e como existe pouco oxigênio no ambiente fechado em que a vela se encontra, ela apaga.
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Velocidade das Reações Quimicas

     A velocidade das reações químicas depende de uma série de fatores: a concentração das substâncias reagentes, a temperatura, a luz, a presença de catalisadores, superfície de contato, entre outros. Esses fatores nos permitem modificar a velocidade natural de uma reação química, vejamos por que:
Concentração de reagentes : Quanto maior a concentração de reagentes, mas rápida será a reação química. Essa propriedade está relacionada com o número de colisões entre as partículas. EX.: uma amostra de palha de aço reage mais rápido com ácido clorídrico concentrado do que com ácido clorídrico diluído.
Temperatura: Quanto maior a temperatura, mais rapidamente se processa a reação. Podemos acelerar uma reação lenta, submetendo os reagentes a uma temperatura mais elevada. EX.: se cozinharmos em panela de preção, o alimento cozinhará mais rápido, devido a elevação da temperatura.
Luz: as chamadas reações fotoquímicas podem ser favorecidas e aceleradas pela incidência de luz. Trata-se de uma reação de fotólise, ou seja, da decomposição de uma substância pela ação da luz. EX.: A fotossíntese é uma reação fotoquímica, que precisa de luz.
Catalisadores: São substâncias capazes de acelerar uma reação.EX.: alguns produtos de limpeza contêm enzimas para facilitar na remoção de sujeiras. Essas enzimas facilitam a quebra das moléculas de substâncias responsáveis pelas manchas nos tecidos.
Superfície de contato: Quanto maior for a superfície de contato dos reagentes,  maior será a velocidade da reação. EX.: os antiácidos efervescentes quando triturados se dissolvem mais rápido em água do que em forma de comprimido inteiro, isto porque a superfície de contato fica maior para reagir com a água.


Classificação quanto a velocidade:


Reações Instantâneas: São aquelas que ocorrem numa velocidade muito mais elevada, dificultando a sua determinação. Como exemplo podemos citar as reações explosivas, reações de precipitação, de neutralização de ácido por base, entre outras.
Reações Lentas: São as reações que ocorrem numa velocidade muito baixa.
Reações Rápidas ou Moderadas: São aquelas que ocorrem numa velocidade intermediária.
Nesse vídeo, feito no laboratório do Colégio Lourenço Filho, temos a demonstração de uma reação rápida.  



Materiais Usados:
  • Placa de Zinco
  • Areia
  • KmnO4
  • Glicerina
Colocando a glicerina sobre a placa de zinco com areia, coloca-se uma certa quantidade de KnmO4 e a reação ocorre, como podemos ver, rapidamente, onde o KnmO4 reage na glicerina causando uma pequena reação explosiva, pois ele é um forte agente oxidante.

sábado, 29 de outubro de 2011

O que é uma reação quimica ?

     Uma reação quimica é uma alteração química onde matéria (um reagente ou reagentes) se convertem em uma nova substância ou substâncias (produtos ou produtos)
     As reações químicas costumam ocorrer acompanhadas de alguns efeitos que podem dar uma dica de que elas estão acontecendo, como:
  • Saída de Gases
  • Formação de precipitado
  • Mudança de cor
  • Alterações de calor 

Tipos de Reações Químicas

Reações de Síntese: Estas são também conhecidas como reações de composição ou de adição. Neste tipo de reação, um único composto é obtido a partir de dois compostos.


Exemplos de Reações de Sintese:


Reações de Decomposição: este tipo de reação é o inverso da anterior (composição), ou seja, ocorrem quando a partir de um único composto são obtidos outros compostos. Estas reações também são conhecidas como reações de análise.

Exemplos de Reações de Decomposição:



Reações de Simples Troca: estas reações ocorrem quando uma substância simples reage com uma substância composta para formar outra substância simples e outra composta. Estas reações são também conhecidas como reações de deslocamento ou de substituição.







Reações de Dupla Troca: estas reações ocorrem quando duas substâncias compostas resolvem fazer uma troca e formam-se duas novas substâncias compostas.












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